segunda-feira, 22 de março de 2010

Valter di Lascio, poeta em trânsito.


Uma das figuras mais folclóricas da cidade não é dessa cidade. Na verdade ele parece ser e estar em vários cantos, sua fama de onipresença é grande. Há quem diga que há vários Valter, assim como várias versões de seu passado. Ele tava sumido e não, não morreu! Valter foi casado, teve duas filhas e cursou até o último semestre de História na UNESP. Vive de vender as cópias de suas poesias xerocadas e reunidas no livro/zine Biscoito com Champagne.

Eu tenho meus exemplares, e você, já leu?!

. Por mim mesma! * ~

Pensar o que em nós é realmente urgente ou mero perfeccionismo, saber que o ser humano combina caverna e paraíso e trafega indeciso entre a piedade e o egoísmo, parece que não se aprende a lição da sinceridade e tudo o que for humanidade hospeda também partículas de maldade. A mão que salva do perigo é a mesma que aperta o gatilho, todo mundo querendo o bem do universo mesmo sendo o próprio anjo inverso. Cada gesto, jeito, passo e sentimento traz grandeza e anomalia, cada novo pensamento está soturnamente iluminado. Ninguém consegue esconder a gana pelo prazer feito de culpa e delírio. E ninguém sabe muito bem porque a senha do mundo é um palavrão suavizado na voz de uma mulher. (merda)



segunda-feira, 15 de março de 2010

Uma dica:

Sob o Sol da Toscana

É comum nos identificarmos com alguns personagens ao longo da vida. Neste caso em particular eu tive a certeza que era eu mesma narrando os fatos. Além de uma sensibilidade imensa o filme tem belas fotografias e um entrelaçado de histórias tão cotidianas que nos envolve e surpreende.

Sinopse: Frances Mayes (Diane Lane) é uma escritora que leva uma vida feliz em San Francisco, até que se divorcia de seu marido. Triste e deprimida, ela decide mudar radicalmente de vida e compra uma chácara na Toscana, para descansar e poder terminar em paz seu novo texto. Porém enquanto ela cuida da reforma de sua nova casa acaba conhecendo um novo homem, que reacende sua paixão.





-- simplesmente amor.



; “Quando me disseram que eu tinha que
dançar conforme a música,
tomei providências.
Entrei numa boa escola de dança
e aprendi a ler partituras.
Transformei em violino a palma da minha mão.
Abracei a clave de sol,
envolvi-me em semifusas e colcheias,
deliciei-me nos braços de Beethoven.
Comecei tocando os instrumentos principais,
com determinação, e fui me aprimorando.
Depois tornei-me compositor,
maestro e agora sou regente
e diretor musical da minha própria orquestra.
Por isso é que sempre danço conforme a música…
A música que eu escolho” - Edson Marques