Uma vidinha normal, uma casa no campo, uma bobagem qualquer, uma valsinha de fim de tarde. O poente melancólico de sempre. Pra você, o que você quiser. Do jeito que eu puder. De macacos comendo bananas a mais bizarra atração circense. Eu farei se for o caso, o universo todo de novo. Até você achar o que quer até você me dizer: “Amor, é aqui que eu quero ficar.”
- E aí a gente senta no chão e abre um vinho, tá? Eu prometo.



